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Como sair da fase do “quase lá”?


29/10/2018

Você já fez vários cursos, tem formação, experiência e é muito bom no que faz. Todo mundo te procura para tirar dúvidas devido ao seu conhecimento na área. Ou seja, você é o profissional ideal das empresas.

Acontece que isso às vezes não é o suficiente, quando você pensa que você está “quase lá” para ser promovido, as coisas desaceleram. E por mais que você continua evoluindo, o “quase lá” continua na sua vida.

Você é um profissional engajado mas não tem oportunidades, não consegue crescer na empresa, você se esforça o quanto acredita ser o necessário, mas mesmo assim não sai da fase do “quase lá”. Afinal, o que ainda falta fazer?

Você deve se perguntar constantemente: Será que não estou fazendo o suficiente? Ou será falta de sorte? Será mesmo que estou na profissão certa? E quanto mais você se questiona, uma sensação de frustração surge e toma conta da sua vida, fazendo você se sentir fraco e incompetente. E aí você tenta se proteger desses sentimentos, diminuindo suas expectativas e questionando porque os outros chegaram no sucesso antes de você, desmerecendo a conquista alheia.

Ao invés de perguntar “o que ainda falta fazer?”, pergunte-se: por que eu mereço o que estou colhendo?

É difícil constatar se merecemos o que colhemos e por isso fugimos dessa pergunta. Mas é muito importante refletir sobre isso, e saiba que isso vai doer, só que sem dor não existe desenvolvimento. Entenda que é possível ser engajado e ainda derrapar na sua carreira.

Quando parou de ser protagonista da sua carreira? Quando foi que você deixou de acreditar na sua capacidade? Quando você começou a invejar ao invés de aplaudir? Quando você permitiu que o seu brilho se apagasse? Quando você começou a se esconder atrás de desculpas?

Pare de falar toda hora dos seus problemas, de ficar na defensiva fazendo com que as pessoas sintam pena de você. Seja mais positivo e pró-ativo, pegue e faça as coisas, se errou, corrija e faça de novo, siga em frente.

Talvez você não encontre a resposta de sair do “quase-lá” nesse artigo, mas oriento que você leia o texto com um olhar crítico e busque refletir de verdade. Permita-se sair dessa posição e trilhar a trajetória que você merece, não seja o seu maior sabotador.

Um grande abraço,
Ale Prates

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